Brasil apresenta argumentos robustos para evitar sanções dos EUA, incluindo legislações contra trabalho escravo e parcerias internacionais.
Na defesa apresentada durante a investigação conduzida pelos Estados Unidos sobre trabalho forçado no Brasil, que resultou em uma nova tarifa de 12,5%, o governo brasileiro destacou sua extensa legislação sobre o assunto, as ações de fiscalização implementadas no país e sua condição de signatário de acordos internacionais visando combater essa prática. O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, também enfatizou a longa relação comercial entre Brasil e EUA como argumento contra a imposição das tarifas.
A investigação realizada pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR) sobre práticas de trabalho forçado teve início no ano passado e inicialmente focava cerca de 60 economias ao redor do mundo.
No documento enviado em abril deste ano, Vieira defende que o Brasil possu...







